quinta-feira, 12 de junho de 2014

O Mistério da Libélula

Título no Brasil: O Mistério da Libélula
Título Original: Dragonfly
Ano de Produção: 2002
País: Estados Unidos
Estúdio: Universal Pictures
Direção: Tom Shadyac
Roteiro: Brandon Camp, Mike Thompson
Elenco: Kevin Costner, Susanna Thompson, Joe Morton

Sinopse:
Na trama acompanhamos a complicada recuperação emocional do Dr. Joe Darrow (Kevin Costner). Ele é um respeitado médico de Chicago especializado em traumas que sofre um grande abalo em sua vida ao ser informado da morte de sua querida esposa em um acidente de ônibus na distante Venezuela, onde participava de uma campanha humanitária no terceiro mundo. A tragédia se torna algo que ele simplesmente não consegue superar. Embora não seja uma pessoa mística ou de fé o médico começa a perceber algumas manifestações sobrenaturais ao seu redor.

Sua esposa tinha uma pequena marca de nascença em forma de libélula e de repente, em momentos diversos, ele começa a ver mais e mais essa marca por onde passa. Deduz assim que sua esposa esteja de alguma forma tentando entrar em contato com ele. Destruído emocionalmente, sem condição de seguir em frente no trabalho, Joe então resolve ir até a Venezuela para conhecer in loco o trabalho desenvolvido por sua esposa falecida. Lá descobrirá algo que jamais imaginaria encontrar.

Comentários:
O enredo pode até ser qualificado como algo simples. Médico começa a perceber uma tentativa de comunicação por parte de sua esposa falecida meses antes. Em busca de respostas resolve ir atrás de pistas de sua morte. Filmes espiritualistas geralmente conseguem bom êxito cinematográfico. Embora o espiritismo seja inexpressivo como crença nos EUA alguns filmes estão sendo realizados nessa linha (muito embora nem mesmo seus realizadores tenham plena consciência disso). Um dos mais interessantes e marcantes nesse estilo foi “O Mistério da Libélula”. O que mais se destaca nesse bom “O Mistério da Libélula” é seu inteligente roteiro. As situações, que poderiam facilmente cair no lugar comum ou na vulgaridade espiritual acabam tendo um tratamento muito digno, muito instigante. O interesse assim se mantém desde o começo até o bom final. Se você gosta de temas nessa linha, não deixe de assistir.

Pablo Aluísio e Júlio Abreu.

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